Eu fingiria que tenho um amor,
Aquele para toda a vida,
Que fosse compensador,
E minha alma não fosse ferida.
Aquele para toda a vida,
Que fosse compensador,
E minha alma não fosse ferida.
Viveria aquela noitinha
Quando aconchegado ia dormir,
Colando aquela coxa na minha,
E aquele rostinho perto de mim.
Quando aconchegado ia dormir,
Colando aquela coxa na minha,
E aquele rostinho perto de mim.
Eu fingiria todo dia,
E não daria expliação,
O problema é da minha fantasia,
Loucuras do meu coração.
E não daria expliação,
O problema é da minha fantasia,
Loucuras do meu coração.
Esse amor seria só meu,
Não iria contar pra você,
Iria até pedir a Deus,
Que deixasse o fingimento valer.
Não iria contar pra você,
Iria até pedir a Deus,
Que deixasse o fingimento valer.
Não seria boneca inflável,
Nem tão pouco masturbação,
Seria um pensamento estável,
No interior da minha emoção.
Nem tão pouco masturbação,
Seria um pensamento estável,
No interior da minha emoção.
Seriam lembranças do meu passado,
Bravuras da minha dor,
Seria realmente engraçado.
Eu fingiria que tenho um amor!.
Bravuras da minha dor,
Seria realmente engraçado.
Eu fingiria que tenho um amor!.
Poesia em 27.02.2015
Criada por ZÉ Gomes.
Criada por ZÉ Gomes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário